13 de dezembro de 2011

Empresas da América Latina são mais presentes nas redes sociais, mas ainda proíbem o acesso aos funcionários


Um estudo dirigido pela Internacional Business Report (IBR) da Grant Thornton apontou a América Latina como a região onde as empresas utilizam mais as redes sociais, com 53% de adesão. A expectativa é que o número aumente ainda mais, passando para a casa dos 75 a 78%. De acordo com a pesquisa, 44% das companhias brasileiras estão nas redes sociais.

Globalmente, a publicidade é a primeira razão para a utilização das redes sociais (53%), seguida pela facilidade de contato com o público consumidor (51%) e o recrutamento (43%).

“Os mercados emergentes parecem ter muito mais fé no impacto que uma rede social ativa pode ter no relacionamento com clientes, fornecedores e até funcionários”, afirmou Javier Martinez, responsável pelo IBR na América Latina.

O contraditório – 72% das empresas restringem o acesso às redes sociais

Enquanto as empresas investem para gravar a sua marca e ficarem próximas dos clientes, 72% delas têm o acesso restrito às redes sociais. A pesquisa “Riscos Globais de Segurança em TI”, realizada pela Kaspersky Lab em parceria com a B2B Internacional, apontou as novas mídias como a segunda atividade mais proibida em todas as empresas.

Afinal, proibir é a melhor solução? A proposta de estreitar o relacionamento com os clientes e funcionários vai totalmente contra ao fato de simplesmente proibir o acesso às novas mídias. É adotar uma postura diferenciada e adequar-se aos tempos e às novas gerações.  “Acho que é hora das empresas observarem que existe uma relação na queda de produtividade quando há proibição do uso da internet e das redes sociais”, disse Alexandre Hohagen, vice-presidente de vendas para a América Latina do Facebook, durante o 37º Congresso Nacional sobre Gestão de Pessoas (Conarh ABRH).

Para solucionar o problema no meio corporativo, a Interage - desenvolvedora de soluções para segurança da informação - indica o Trevio, um serviço web que vai além do bloqueio de redes sociais. Ao utilizar o Trevio, a empresa consegue monitorar todas as atividades dos funcionários no MSN, sites, Orkut, Facebook, Twitter, Youtube, entre outros recursos.  Assim, a corporação poderá criar uma política de utilização das redes sociais e garantir a segurança da informação e produtividade dos funcionários.

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12 de dezembro de 2011

Crianças brasileiras aderem às redes sociais mais cedo

A média de idade que os brasileirinhos entram nas redes sociais é de nove anos

A matéria, veiculada pela RedeTV, demonstra a crescente preocupação com as crianças navegando, cada vez mais cedo, pelas redes sociais.

 “As crianças ainda não têm a maturidade emocional necessária para avaliar a qualidade do uso (das redes sociais) e ter uma visão mais crítica de saber com quem, na verdade, ela está interagindo na internet, de saber se quem está conversando com ela é realmente uma criança ou é, potencialmente, uma pessoa de má-fé”, ressaltou a psicóloga Rosa Maira Farah, em entrevista para a emissora.

Foi pensando em auxiliar os pais a proteger os filhos na internet que a Interage, desenvolvedora de soluções para segurança da informação, criou o software Trevio. De acordo com Ricardo Roese, diretor executivo da Interage, o Trevio é a ferramenta ideal para tornar a vida digital dos filhos mais segura. “Com o Trevio, é possível monitorar o Facebook, Orkut, Twitter, MSN e gerenciar a internet de maneira geral”, pontuou Ricardo.

 Crédito: Matéria exibida pela emissora RedeTV

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8 de dezembro de 2011

Veja como bloquear as propagandas na internet e tornar a navegação mais rápida

 

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O bloqueio de propagandas também está disponível no Trevio Free Edition

7 de dezembro de 2011

Assaltantes estão de olho nas informações postadas nas redes sociais

Em São Paulo, um engenheiro, animado com a véspera da folga, anuncia uma viagem nas redes sociais. O que era para ser somente uma alegria compartilhada com os amigos virou uma informação valiosa para os assaltantes.

Enquanto saiu para aproveitar a folga, os ladrões invadiram a casa dele e roubaram diversos objetos de valor. Para completar, conta o engenheiro, deixaram uma mensagem: “a próxima vez que você for viajar avisa”.

De acordo com o delegado Antônio Salles Lambert Neto, em entrevista para o Jornal Hoje, “a rede social é uma forma que os bandidos têm de selecionar as vítimas, fica mais fácil e o risco é menor”.  “Tudo que você coloca de bens que você tenha, a pessoa fica fuçando na internet. De repente um amigo de um amigo está ligado a você e consegue ver suas fotos, residência, o que você tem”, completa o delegado.

Aqui, no blog do Trevio, já postamos várias dicas de como evitar esses problemas, na TAG “Segurança em casa” e “Segurança na empresa”.

No Jornal Hoje, exibido pela Rede Globo, a polícia e os especialistas recomendaram também alguns cuidados:

“- Só aceite amizades de quem você realmente conhece;
- Não coloque fotos enquanto estiver viajando, isso quer dizer que você não está em casa;
- Não diga que vai sair ou pra onde vai;
- Nunca dê informações íntimas, pessoais na rede;
- Pense bem antes de escrever”.

Confira a matéria exibida no Jornal Hoje às 14h09. “Criminosos usam informações da internet para realizar assaltos em SP”

 

6 de dezembro de 2011

Facebook é utilizado como prova em processo no Tribunal Regional do Trabalho

Clique na imagem para ampliá-la.


Renato Opice Blum é advogado e economista, coordenador do curso de direito digital da GVLaw e do MBA em Direito Eletrônico da Escola Paulista de Direito, professor na USP e na Universidade Presbiteriana Mackenzie, coordenador e co-autor do livro "Manual de Direito Eletrônico e Internet".

* Informações retiradas do Twitter (@opiceblum), no dia 6 de dezembro de 2011.