22 de novembro de 2011

69% das empresas já rejeitaram candidatos devido às informações publicadas nas redes sociais

O monitoramento do conteúdo compartilhado nas redes sociais começa antes da contratação do futuro funcionário. Segundo a pesquisa realizada pela consultoria Reppler, especializada no gerenciamento de imagem nas mídias sociais, 69% das 300 empresas norte-americanas entrevistadas já rejeitaram um candidato por causa das informações contidas no Facebook, Twitter e Linkedin.

As principais razões pelas quais os recrutadores desistiram de contratar o candidato são:

1) Mentiras sobre as qualificações profissionais;
2) Postagem de comentários e fotos inapropriadas;
3) Comentários negativos a respeito do antigo trabalho e
4) A falta de habilidade com as redes sociais.

Por outro lado, 68% dos recrutadores já contrataram profissionais devido à imagem positiva transmitida através das redes sociais.

De acordo com a pesquisa da Reppler, 47% dos recrutadores recorrem às redes sociais para fazer uma pesquisa sobre o candidato. Na lista das mídias sociais mais utilizadas estão: Facebook (73%), Twitter (53%) e o Linkedin (48%).

Após a contratação, a empresa poderá continuar o monitoramento do funcionário nas mídias sociais. A Consolidação de Leis do Trabalho (CLT) prevê o direito de regular o uso dos equipamentos de propriedade da organização, mas para controlar a utilização dos computadores e da internet, é necessário constar no contrato do trabalhador que a infraestrutura de TI é monitorada e só pode ser utilizada para fins de execução do trabalho. Caso contrário, a monitoração poderá ser considerada ilegal.

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