Um estudo dirigido pela Internacional Business Report (IBR) da Grant Thornton apontou a América Latina como a região onde as empresas utilizam mais as redes sociais, com 53% de adesão. A expectativa é que o número aumente ainda mais, passando para a casa dos 75 a 78%. De acordo com a pesquisa, 44% das companhias brasileiras estão nas redes sociais.
Globalmente, a publicidade é a primeira razão para a utilização das redes sociais (53%), seguida pela facilidade de contato com o público consumidor (51%) e o recrutamento (43%).
“Os mercados emergentes parecem ter muito mais fé no impacto que uma rede social ativa pode ter no relacionamento com clientes, fornecedores e até funcionários”, afirmou Javier Martinez, responsável pelo IBR na América Latina.
O contraditório – 72% das empresas restringem o acesso às redes sociais
Enquanto as empresas investem para gravar a sua marca e ficarem próximas dos clientes, 72% delas têm o acesso restrito às redes sociais. A pesquisa “Riscos Globais de Segurança em TI”, realizada pela Kaspersky Lab em parceria com a B2B Internacional, apontou as novas mídias como a segunda atividade mais proibida em todas as empresas.
Afinal, proibir é a melhor solução? A proposta de estreitar o relacionamento com os clientes e funcionários vai totalmente contra ao fato de simplesmente proibir o acesso às novas mídias. É adotar uma postura diferenciada e adequar-se aos tempos e às novas gerações. “Acho que é hora das empresas observarem que existe uma relação na queda de produtividade quando há proibição do uso da internet e das redes sociais”, disse Alexandre Hohagen, vice-presidente de vendas para a América Latina do Facebook, durante o 37º Congresso Nacional sobre Gestão de Pessoas (Conarh ABRH).
Para solucionar o problema no meio corporativo, a Interage - desenvolvedora de soluções para segurança da informação - indica o Trevio, um serviço web que vai além do bloqueio de redes sociais. Ao utilizar o Trevio, a empresa consegue monitorar todas as atividades dos funcionários no MSN, sites, Orkut, Facebook, Twitter, Youtube, entre outros recursos. Assim, a corporação poderá criar uma política de utilização das redes sociais e garantir a segurança da informação e produtividade dos funcionários.
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